Previdência Complementar

Os planos de previdência privada foram pensados para você realizar seus projetos e se preparar para a aposentadoria. Seu dinheiro é aplicado em fundos diversos, de acordo com seu perfil e sua expectativa de rendimento.

Solicite sua proposta

Coberturas

  • Pensão por Morte ao Cônjuge
  • Pensão por Morte aos Filhos Menores
  • Pensão por Morte por Prazo Certo
  • Renda por Invalidez Funcional Permanente Total por Doença
  • Renda por Invalidez Permanente Total por Acidente
  • Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente
  • Morte
  • Morte Acidental
  • Morte Acidental em dobro
  • Assistência Funeral (individual ou familiar)
  • Antecipação Especial por Doença
  • Majoração dos Membros (disponível apenas para médicos, dentistas e veterinários)
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PERGUNTAS FREQUENTES

É uma aposentadoria complementar ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). É um investimento, de longo prazo, em que você escolhe o valor da contribuição e a periodicidade em que você irá aplicar o seu dinheiro. O objetivo principal é garantir uma renda ao fim do período de contribuição.

Você pode, por exemplo, contribuir com R$ 100 por mês. E o valor que você receber — quando começar a fazer uso dessa previdência — será proporcional ao que contribuiu.

A previdência social dificilmente se equipara ao salário que o trabalhador recebe durante sua carreira. Isso porque o INSS contabiliza certas despesas que são descontadas do montante a ser recebido — o que diminui muito o valor da aposentadoria para o contribuinte.

Já na previdência privada, o contratante escolhe o quanto quer e pode investir. Isso ajuda a manter o padrão de vida, mesmo após terminados os anos de trabalho. Assim, não é preciso mudar bruscamente seu patamar de consumo e você pode ter mais segurança.

Os planos abertos são aqueles que podem ser contratados por qualquer pessoa.

Já os planos fechados, chamados de fundos de pensão, são oferecidos pelas empresas apenas para os seus funcionários. Em alguns casos, o funcionário colabora com uma parte e a empresa complementa esse valor.

Os planos de previdência privada estão divididos em duas categorias: VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). A diferença básica entre essas duas categorias é a forma de tributação (ver abaixo).

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) – as contribuições podem ser deduzidas do Imposto de Renda até o limite de 12% da renda bruta anual do investidor. É um plano mais adequado para quem faz a declaração completa. Nessa categoria, o imposto incide sobre o valor total de Previdência. Em caso de resgate ou pagamento de benefício de aposentadoria, o IR incide sobre o valor total.

Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) – não há deduções do Imposto de Renda. Porém, a incidência de imposto se dá apenas sobre os rendimentos. É indicado para quem faz declaração por meio do modelo simplificado. Ou seja, se desses R$600 mil que há no seu fundo, R$200 mil foi de ganho de capital (rendimento), o imposto irá incidir sobre os R$200 mil e não nos R$600 mil.

Há duas modalidades de tributação pelas quais o investidor pode optar: progressiva ou regressiva. Você pode escolher de acordo com os critérios que mais lhe atendem.

Progressiva é quando as alíquotas aumentam de acordo com a tabela base de cálculo anual, limitada a 27,5%.

(tabela progressiva válida para 2018 – abaixo:)

 na regressiva, as alíquotas diminuem com o passar do tempo, limitada a 10%.

Quem pretende deixar o dinheiro por pouco tempo deve optar pela progressiva. Já quem planeja um investimento a longo prazo, é melhor utilizar a tabela regressiva.

O valor da contribuição mínima varia de seguradora para seguradora. Algumas tem planos com contribuição mínima mensal de R$100,00, outras de R$1.000,00, etc. Isso depende do tipo do fundo que você escolher.

De qualquer forma, hoje temos no mercado um número considerável de fundos e um deles pode atender você. Lembre-se: quanto mais cedo você começar a contribuir, maior será a reserva para a aposentadoria.

Embora seja indicada para quem quer se aposentar, não é obrigatório que você cumpra todo o plano de previdência traçado. O valor investido pode ser resgatado a qualquer momento. Fique atento às regras de resgate do seu plano, para saber em qual alíquota do IR irá cair, e à carência do fundo (tempo mínimo de permanência do fundo).

Infelizmente, não é possível prever a morte de um ente querido. Ao fazer um plano de previdência privada, o participante determina os seus beneficiários, ou seja, as pessoas que deverão receber os recursos quando ele falecer. Além disso, o dinheiro depositado na aposentadoria privada não vai para o inventário, limitando até 50% do patrimônio total do falecido.

Nem todos os beneficiários deverão ser seus herdeiros necessários, mas recomenda-se que seus herdeiros necessários sejam beneficiários da previdência. Caso o participante venha a falecer sem indicar beneficiários, os recursos são revertidos para os herdeiros necessários.

O fundo criado pelo contribuinte pode ser transferido para quem ele determina.

Não tem. Até menores de idades podem fazer! Quanto antes você fizer, mais reserva você terá para garantir futuro.

Se você estiver insatisfeito com as condições do seu plano ou quiser mudar de instituição, a transferência não é burocrática. Você pode transferir a quantia paga até o momento da portabilidade para outra instituição sem precisar fazer o resgate do dinheiro ou pagar taxas. A portabilidade permite que o trabalhador que opta pela previdência privada tenha total conforto para migrar entre instituições, escolhendo aquela que melhor lhe atender.

Desenvolvimento NucleoCorr.